SALÃO DUAS RODAS - 2009

Revisado em: 03/03/2018 | Categoria: Encontros & Eventos
Diário de Motocicleta

Salve amigos e amigas.

Fui no Salão Duas Rodas 2009 graças ao convite sorteado no Twitter pelo amigo João Tadeu do Motonline.com.br, que me recebeu na feira muito gentilmente na tarde de 8 de outubro.
Infelizmente naquele dia chovia muito, de São Vicente onde resido, até o Anhembi foi água, e com ela mais trânsito, o que me fez chegar tarde ao Salão. Não pude ficar mais que 1h30 rodando pelas ruas, pois de quinta-feira rola churrasco no meu Moto Clube e alguém tem que abrir a casa (rs), logo, nem tive o prazer de cumprimentar outra grande pessoa do Motonline, Ryo Harada, que conheci num passeio em Piracicaba em 2008.

Mas vamos às minhas observações sobre o Salão que espero, relevem meu pouco tempo de permanência e minha visão de estradeiro e motos custons ok?

Por ordem de visita, ao entrar dei de cara com o stand da Kasinski que muito me impressionou, pois uma marca considerada a pouco tempo como “meia boca” se apresentava com vontade de fazer sombra no quintal da Yamaha... e veio com força em várias cilindradas.
Uma moto que me chamou a atenção foi a Mirage 650cc, com linhas que misturam uma traseira de Boulevard e um chassi externo de uma V-Road da HD.
Ficou interessante a estradeira, mas os caras viajaram no preço – R$35mil por essa cilindrada... a Yamaha vence com a Star Midnight 900cc que sugere um valor igual, embora seja o único modelo estradeiro da marca que foi apresentado em duas cores, preta e vermelha metálica.

Agora me desculpem os amigos que gostam ou que já possuem a Midnight, mas aquele burrinho de freio na frente da pedaleira direita, a 15cm do chão e feito de plástico, e ao seu lado não menos pior, o retificador de voltagem exposto a todos os detritos e água lançada pelo pneu dianteiro... é de ficar pensando o que pensou o engenheiro que colocou estas peças importantes ali!

Meu amigo Jun defende a estratégia para manter as oficinas cheias... veremos.

Eu já tive problemas com retificadores de voltagem numa Virago e numa Shadow, e em ambas o problema era gerado por água!


No stand da Kawazaki havia uma belíssima Vulcan 900cc 2010 preta fosca de cair o queixo. Linda, com transmissão de correia, um banco harmonioso e pneus largos nas rodas de liga preta.

A Honda trouxe um modelo customizado da Shadow 750 que sinceramente não entendi a proposta da apresentação.
A 750 teve sua maior característica modificada, os paralamas de “Moto de Tio” foram cortados e com isso, ela ficou parecida com uma Shadow 600cc, mas com motor maior (rs).
Desculpe, mas quem é de São Paulo – capital, encontra Shadow 750 muito mais customizada no Ibira Moto Point ás terças (quando não chove ou quando o Roberto Carlos não ta na área).
Além disso, dois belos modelos da Gold Wind aparentemente não mostravam muitas alterações.


Diante disso tudo, brilhava em preto e cromo, o stand da Harley Davidson com seu modelos lindos e um triste aviso colado em cada banco – “Não sente” – sério?
Brincadeiras a parte com as Harleys, gosto dessas motocas viu, mas não tenho cacife para bancar manutenção, e quem roda estrada sabe o desgaste da magrela. Vão dizer que Harley não precisa de manutenção mas também quando precisa... doi o bolso principalmente comparando com Honda, Yamaha, Suzuki... e por ai vai.

Harley é Harley a começar pelo bolso e ainda não é para o meu (rs).

O stand da Susuki estava tão lotado por causa das garotas sobre as motos, que consegui tirar uma foto da Boulevard 1500cc e mais nada... aliás... que massa de moto heim... um blocão de aço cromado de doer e uma das poucas que tráz um banco de garupa descente.


Das coisas bizarras, uma marca chamada DAYUN apresentou uma motinha estilo Viraguinho, mas com motor de 125cc (creio eu) monocílindro e uma roda gigantesca com pneu 180, completamente desproporcional. Me perguntei se ali tinha motor para inicialmente girar a roda.

Senti falta de lojas de customizações para custons. Estava lá o Johnnie Wash, mas eles só customizam Harleys.
Como tenho acesso à General Osório facilmente, a constatação da falta deste nicho ficou nisso, mas depois pensei nos amigos de outros estados o quanto perderam em ofertas de bons negócios.


Dei mais umas bandas pela feira e tentei tira fotos de motos, mas com tanta mulher, fica difícil chegar em casa e dizer “amor, venha ver as fotos da feira” (rs).

Antes de sair tirei umas fotos da moto feita para o Encontro de Brasília de 2008 pela família OCC e fui encontrar os amigos no churrasco do SOLTEIROS Moto Clube que rola de quinta na Vila Olímpia – apareçam!



Vejam algumas fotos no FLICKR 
www.flickr.com/photos/diario_de_motocicleta/sets/72157622601860866/

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