Entenda o Proj. Caminho do Peabiru
Eu ainda estava publicando dicas sobre o roteiro para Salvador feito no ano anterior, até que o meu telefone tocou.
Do outro lado da linha uma voz feminina queria falar com o resposnável pelo Diário de Motocicleta, e saber se eu já havia uma próxima aventura em vista.
Achei legal alguém me ligar para peguntar isso! E quando respondi que tinha alguns roteiros na cabeça, ela começou a se paresentar, dizendo que havia acompanhado o nosso Proj. Êxodo de Moto, e que falava por parte do Salão Duas Rodas - a ideia de divulgar o 11º Salão Duas Rodas de 2011 começava ali.
Bastou uma reunião para eles aprovarem o roteiro que era quase uma lenda urbana de tão incrível.
Há tempos eu pesquivasa um caminho que teria sido contruído pelos INCAS, ligando o Litoral do Peru ao Litoral do Brasil, mais precisamente em São Vicente/SP.
O Caminho do Peabiru, que foi construído por INCAS e Índios Guaranis, serviu em meados de 1.500, como vias de acessos para Portuguese, Espanhóis, Bandeirantes e Paulista continetne a dentro, e este trânsito transformou o caminho "de Índio" em muitas ruas, avenidas e estradas que podemos hoje rodar.
Cruzamos o Paraná, Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Argentina, passamos pelo Lago Titicaca, motocamos a Cordilheira, conhecemos Machupicchu e vimos o Ocêano Pacífico.
Esta aventura terminou com a exposição da nossa moto no Salão Duas Rodas daquele ano, o que atraiu ao nosso stand, muitos apaixonados por viagens de moto que acompanharam nossa trip e, com alegria, passaram para nos dar um abraço.
ESTADIA EM PITANGA
Postado em: 30/9/2011
Depois de uma motocada suave de 250km de Tibagi até Pitanga, chegamos por volta das 15h e ao entrar na cidade, como de costume rumamos para o Centro da cidade.
Paramos num posto para abastecer e perguntei ao frentista aonde havia um bom hotel para nos hospedarmos, ele apontou para três hotéis, todos num raio de 200mt da gente e quando a Elda viu o Hotel Querência, se lembrou de ter anotado este nome.
Atravessei a rua e fui conferir o hotel.
Na ocasião ele passava por reforma e a fachada estava coberta por tapumes, mas o atendimento da gerente Kathiusca foi muito simpático assim como o preço.
O Hotel não tem muito luxo não, na verdade é simples e está em processo de ampliação, tanto que nosso quarto ficava no final de um corredor fechado por uma porta de madeira que pela fresta dava pra ver mais hotel sendo construído por detrás dela.
Mais um hotel para o clube do “carregue sua bagagem” – os caras não te ajudam com as malas e na boa, é uma força que eu adoraria receber. Por mais que as malas GIVI sejam práticas de soltar da moto, carregar três malas, capacete, luva, jaqueta... depois de 4 ou 11h de estrada, uma forcinha amiga ia muito bem... mas não aqui.
Uma dica, o estacionamento fica do outro lado da quadra, então descarregue a bagagem na portaria e só depois leve a moto para o estacionamento que é coberto e fechado.
Além disso, o Hotel Querência oferece wi-fi, TV e café da manhã bem variado. Os quartos são simples, mas confortáveis e a diária para o casal foi de R$65,00.
O Hotel fica na Av. Int. Manoel Ribas, 130 – Centro – Tel. (42) 3646-2724, não tem site e eu não tenho fotos, pois a esta altura já havia perdido o carregador da minha máquina e atordoado não tirei fotos do hotel.