Entenda o Proj. Caminho do Peabiru



Diário de Motocicleta

Eu ainda estava publicando dicas sobre o roteiro para Salvador feito no ano anterior, até que o meu telefone tocou.
Do outro lado da linha uma voz feminina queria falar com o resposnável pelo Diário de Motocicleta, e saber se eu já havia uma próxima aventura em vista.

Achei legal alguém me ligar para peguntar isso! E quando respondi que tinha alguns roteiros na cabeça, ela começou a se paresentar, dizendo que havia acompanhado o nosso Proj. Êxodo de Moto, e que falava por parte do Salão Duas Rodas - a ideia de divulgar o 11º Salão Duas Rodas de 2011 começava ali.

Bastou uma reunião para eles aprovarem o roteiro que era quase uma lenda urbana de tão incrível.
Há tempos eu pesquivasa um caminho que teria sido contruído pelos INCAS, ligando o Litoral do Peru ao Litoral do Brasil, mais precisamente em São Vicente/SP.

O Caminho do Peabiru, que foi construído por INCAS e Índios Guaranis, serviu em meados de 1.500, como vias de acessos para Portuguese, Espanhóis, Bandeirantes e Paulista continetne a dentro, e este trânsito transformou o caminho "de Índio" em muitas ruas, avenidas e estradas que podemos hoje rodar.

Cruzamos o Paraná, Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Argentina, passamos pelo Lago Titicaca, motocamos a Cordilheira, conhecemos Machupicchu e vimos o Ocêano Pacífico.

Esta aventura terminou com a exposição da nossa moto no Salão Duas Rodas daquele ano, o que atraiu ao nosso stand, muitos apaixonados por viagens de moto que acompanharam nossa trip e, com alegria, passaram para nos dar um abraço.

IGLESIA DE SAN FRANCISCO

Cidade: Potosí/BO | Categoria: Passeios
Postado em: 23/11/2011
Diário de Motocicleta

Como foi comentado no artigo “18º Dia - Passeios por Potosí” as igrejas na Bolívia costumam ter Miradores que nada mais são que passarelas no telhado das mesmas que permite que turistas vejam a cidade do alto.

Na Igreja de São Francisco existe muito mais que um simples mirador.
Fomos visitar esse complexo de atrações começando com a subida até o telhado para caminhar sobre a igreja e fotografar Potosí. A vista é incrível e há que se tomar cuidado com o vento. Toda a passarela possui corrimão, mas prudência nunca é demais.

Após passear e fotografar lá de cima – melhor ligar para se tirar fotos do Cerro Rico (complexo de minas de prata) - descemos para o sub solo da igreja onde existem catacumbas, hoje desativadas, mas que nos áureos tempos de Potosí guardavam muitos corpos, dos nobres aos eclesiásticos.

Até alguns anos atrás ainda existiam corpos ali, mas devido as infiltrações ocasionadas por chuvas, muitos corpos estavam de desmanchando e acabaram sendo removidos restando apenas uma caixa com alguns crânios.

Voltando à igreja, sua estrutura é fantástica com um pé direito de quase 30 metros de altura com abóbadas ainda mais altas e feitas de tijolos, numa armação que já resistiu a inúmeros tremores.

A construção levou cerca de 41 anos, iniciada em 1577, recebeu inúmeras modificações no projeto como a inclusão de um altar maior em 1580. As obras terminaram em meados de 1618 e hoje é uma das igrejas mais antigas da Bolívia.

Na parte da sacristia existem belas obras de arte da Escuela Cusquenha e anexado a igreja o tranqüilo pátio do convento.

É um passeio que vale a pena fazer quando estiver em Potosí. Os ingressos custam cerca de Bs.15,00 por pessoa – equivalente a R$3,65 e é permitido filmar e fotografar.

A Iglesia de San Francisco fica na Calle Tarija, 47 – esquina com a Calle Nogales – Tel.: 62-22539
O horário de funcionamento é de das 9h às 12h e das 15h às 17h

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