Entenda o Proj. Caminho do Peabiru
Eu ainda estava publicando dicas sobre o roteiro para Salvador feito no ano anterior, até que o meu telefone tocou.
Do outro lado da linha uma voz feminina queria falar com o resposnável pelo Diário de Motocicleta, e saber se eu já havia uma próxima aventura em vista.
Achei legal alguém me ligar para peguntar isso! E quando respondi que tinha alguns roteiros na cabeça, ela começou a se paresentar, dizendo que havia acompanhado o nosso Proj. Êxodo de Moto, e que falava por parte do Salão Duas Rodas - a ideia de divulgar o 11º Salão Duas Rodas de 2011 começava ali.
Bastou uma reunião para eles aprovarem o roteiro que era quase uma lenda urbana de tão incrível.
Há tempos eu pesquivasa um caminho que teria sido contruído pelos INCAS, ligando o Litoral do Peru ao Litoral do Brasil, mais precisamente em São Vicente/SP.
O Caminho do Peabiru, que foi construído por INCAS e Índios Guaranis, serviu em meados de 1.500, como vias de acessos para Portuguese, Espanhóis, Bandeirantes e Paulista continetne a dentro, e este trânsito transformou o caminho "de Índio" em muitas ruas, avenidas e estradas que podemos hoje rodar.
Cruzamos o Paraná, Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Argentina, passamos pelo Lago Titicaca, motocamos a Cordilheira, conhecemos Machupicchu e vimos o Ocêano Pacífico.
Esta aventura terminou com a exposição da nossa moto no Salão Duas Rodas daquele ano, o que atraiu ao nosso stand, muitos apaixonados por viagens de moto que acompanharam nossa trip e, com alegria, passaram para nos dar um abraço.
OPÇÕES DE RESTAURANTES EM CUZCO
Postado em: 26/1/2012
Escrever sobre a culinária e os restaurantes de Cuzco não é uma tarefa fácil... mas não por falta de opção, mas pelo fato que parte da minha dieta foi comida de hospital, graças a dois dias de internação por conta do cálculo renal que resolveu dar o ar da graça no segundo dia em Cuzco. – veja relato 25º Dia - City Tour de Ambulância e 26º Dia - Mais um dia internado, mas com rolê a noite.
Cuzco oferece uma vasta opção de restaurantes que vão da culinária tradicional até a internacional... não achamos nenhum restaurante com comida brasileira, mas em todos os lugares há caipirinha.
No nosso primeiro dia chegamos já passava das 21h e após rodar atrás de hotel, desmontar tudo, tomar um bom banho e sair, muitos restaurantes já estavam fechando.
É verdade que não subimos até a Praça de Armas que é cercada por restaurantes, mas naquela altura a barriga roncava mais que um escapamento de moto custom e ao avistas a primeira placa com a palavra mágica “pizza”, não pensamos duas vezes em entrar e fazer nosso pedido.
Éramos em quatro e uma pizza grande (família como eles dizem) chamada Maria e feita de frango, não deu nem pro cheiro. Era saborosa, de massa fina e crocante e só nos satisfez quando pedimos a segunda.
Creio que duas pessoas comam uma dessa inteira, pois são muito leves.
O Restaurant Chez Bigotes Pollos y Pizzas & Parriladas fica a uma quadra do hotel Villa Hermozza, subindo a Avenida Del Sol sentido Praça de Armas e virando a direita na Avenida Gracilaso, 789.
Atendimento muito bom, comida saborosa e preço convidativo.
Nossa conta – duas pizzas família, uma jarra de limonada e quatro cervejas cusqueñas deu S/98,00 – cerca de R$60,00.
No dia seguinte, acordei com minhas pedras do rim em festa e almocei no hospital, uma canja de frango deliciosa, mas que não recomendo aos amigos.
A noite, após a alta, jantamos no próprio restaurante do hotel que mantém a cozinha aberta até as 21h.
Desta vez pedi um lomo de aplaca (bife) delicioso e a Elda um talharim... a conta foi cerca de S/68,00 – R$38,00
No dia seguinte gostei tanto da canja de frango, que fui almoçar no hospital na minha segunda internação. Mas a noite fiz um esforço e saímos para uma volta em Cuzco que não conhecíamos ainda, devido a dois dias internados.
Subimos até a Praça de Armas, e ficamos encantados com o lugar...tanto de dia como de noite é mágico e repleto de restaurantes como já mencionei acima.
Acabamos entrando no El Meson, uma cantina muito charmosa com uma linda vista para a Praça.
Mais uma vez pedimos pizza, já que não tinha muito apetite e meus rins, mesmo com dois dias de antibióticos na veia, ainda me doíam.
A pizza servida é pouco maior que um prato grande e vi em algumas mesas pessoas comendo uma dessa sozinha... em outras ocasiões acho que também comeria, mas ali resolvemos rachar uma entre nós dois. Foram 3 pedaços para cada que matou nossa fome... de entrada havíamos pedido uma entrada de pão de alho e para brindar meus 39 anos comemorados naquele dia, bebemos Limonada com comprimidos a cada 8 horas.
A conta deu S/44,50 (R$27,45) mais em conta que no hotel. Esse restaurante fica em uma esquina da Praça de Armas, mas a entrada é pela rua lateral que sai da praça – Calle Espaderos, 105. Vale muito à pena.
No dia seguinte fomos em busca de passeios pelos sítios arqueológicos de Cuzco e voltar para o hotel para mais tarde regressar à Praça, não compensava... fomos dar umas boas voltas pelas ruas de Cuzco e acabamos almoçando no MC Donald´s que existe na Praça de Armas.
No Brasil não faço isso nem amarrado... fui Gerente de lojas MC Donald´s por dois anos e desde que pedi minhas contas – há muitos anos- nunca mais voltei a comer um sanduíche deles com prazer... imagina ter que comer isso todo os dias?
Como não existe Bobs e Habibs em Cuzco... lá fomos nós de Fast Fat Food.
Pedimos dois Quarteirões combo e um Sunday a um custo de S/33,00 – R$20,35.
Curiosidade – o combo principal (Mc Combo Pollo Cruijiente) serve duas coxas de frango empanadas com Inca Kola e fritas.
Quando voltamos dos passeios por cinco parques arqueológicos, fomos jantar no Valentina, restaurante tipicamente Peruano ao lado nosso Hotel.
Confesso a vocês que não sou de comer de tudo e mesmo estando em um restaurante típico, mais uma vez me deliciei com um bom pedaço de filet mignon enquanto a Elda, para não me deixar passar vergonha sozinho, pediu uma Lazanha a Bolonhesa. A conta deu S/76,00 – R$46,90