REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE MOTOFRETE

Postado em: 4/7/2012 | Categoria: Mundo 2 Rodas
Diário de Motocicleta

A partir de 4 de agosto, segundo exigências do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), para ser motofretista o motociclista deverá ter no mínimo 21 anos, com habilitação há pelo menos dois anos na categoria A e não ter problemas com a CNH, além de curso especializado.

Essas medidas somam-se a utilização de colete com faixa reflexiva, as mesmas que devem estar presentes no capacete e no báu traseiro, os chamados mata-cachorro (protetor de motor e pernas), antena corta cerol, além de placa vermelha e no caso da Cidade de Santos/SP, uso de capacete branco.

Estas mudanças previstas na lei que regulariza a profissão foram discutidas nesta terça-feira (4) no 1º Workshop de Motofrete – Década de Segurança para o Trânsito, no Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista, numa iniciativa da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

Na palestra ‘Regulamentação do serviço de motofrete’, Rogério Crantschaninov, diretor-presidente da CET e do Fórum Paulista de Secretários e Dirigentes Públicos de Transportes e Trânsito, disse que os motofretistas devem estar atentos ao momento de transição. “Hoje, as cidades não vivem sem esse tipo de serviço, que pode ser a porta de entrada para o primeiro emprego de muitos jovens. Por isso, a importância de se regularizar a profissão”.

Em seguida, o médico João Rafael Alvarez Lopez, coordenador de Acesso do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência/Samu Santos, falou sobre ‘Acidentes com motociclistas e suas consequências’, enfatizando a necessidade da adoção de regras de segurança para os profissionais. “Lesões pequenas na cabeça muitas vezes podem deixar enormes sequelas. Uma pessoa quando cai do décimo andar de um edifício tem o impacto de uma tonelada, assim como um motociclista quando bate a 100 km/h”.

Gustavo Pereira Lima Magnani, comandante da 2ª Cia do 6º BPM/I, destacou o crescimento da frota de motos no país, ao abordar ‘O papel da fiscalização da Polícia Militar no comportamento dos motociclistas’. “Estamos trazendo para a legalidade o transporte do motofrete, porque nos últimos 10 anos a frota de motos aumentou demais. Até 2000, para cada quatro carros tínhamos uma moto nas ruas. Hoje, essa proporção é de 2 por 1”.

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